Gerencie Suas Entregas, Não Suas Crises: a Importância da Segurança no Mundo das Fintechs

Nessa semana, as atenções estão voltadas às inovações tecnológicas na indústria financeira que estão sendo apresentadas e discutidas na CIAB 2018, organizado pela FEBRABAN e o mais importante evento do setor.

A intersecção entre as novas tecnologias e esse estratégico setor econômico liderado pelas Fintechs gera um ambiente favorável a investimentos e para a criação de uma gama de novos modelos de negócios e soluções. Só em 2017, as Fintechs brasileiras movimentaram mais de R$ 457milhões, segundo dados da Conexão Fintech, entidade que monitora esses investimentos.

No entanto, esse grande crescimento e as perspectivas animadoras vêm acompanhados de um desafio fundamental: a segurança dos principais ativos de empresas do sistema financeiro – ou seja, a credibilidade junto a seus usuários no que diz respeito à proteção de seus dados. O recente relatório de “Análise de Risco na Segurança de Código Aberto”, conduzido pela Synopsys em 2017, revelou que o segmento de serviços financeiros e Fintechs é o que apresenta o maior taxa de vulnerabilidade por aplicativo, especialmente em open source. Por isso, é preciso uma análise mais profunda sobre o uso de código aberto por essas novas empresas.

As Fintechs são um ótimo exemplo de indústria estabelecida em torno de tecnologias inovadoras, que oferecem soluções automatizadas e de autoatendimento em todas as plataformas. Além das frequentes demandas de mercado, a sempre crescente exigência das regulamentações para serviços financeiros faz com que a indústria tenha que se adaptar às mudanças com grande velocidade, mas nem sempre colocando a devida atenção a aspectos de segurança de software. Tais riscos podem ser minimizados com a utilização de ferramentas de desenvolvimento seguro, que garantem a proteção necessária para os dados de clientes e usuários e, em última instância, salvaguardam a reputação da empresa.

As Fintechs devem, portanto, colocar de vez o foco em segurança cibernética, sob pena de pagar a pesada conta da perda de credibilidade. Afinal, confiança requer anos para ser erguida – e minutos para ser derrubada.

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